Truvada

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#63 - Truvada

O programa conversa com dois médicos e uma psicóloga que pesquisam os efeitos do Truvada, a droga que está revolucionando a prevenção ao vírus HIV. Eles contam por que essa pílula está sendo adotada em diversos países como uma forma de evitar a contaminação entre pessoas que não usam camisinha. Também falam como usar a... Read more »

O programa conversa com dois médicos e uma psicóloga que pesquisam os efeitos do Truvada, a droga que está revolucionando a prevenção ao vírus HIV. Eles contam por que essa pílula está sendo adotada em diversos países como uma forma de evitar a contaminação entre pessoas que não usam camisinha. Também falam como usar a pílula e como não usar. “Tomar hoje para transar amanhã não adianta nada. Tem que tomar todo dia e fazer acompanhamento médico, porque o remédio leva pela menos 20 dias para atingir uma concentração que impeça a contaminação” e, ainda, explicam por que é mais seguro transar com um soropositivo que se trata do que com alguém que tem uma vida sexual ativa, mas que não monitora sua saúde.

Playlist da edição

  • “Sexual Revolution”, Macy Gray
  • “Generation Sex”, The Divine Comedy
  • “Hope There’s Someone”, Antony & The Johnsons
  • “Sex Changes”, The Dresden Dolls
  • “Sexx Laws”, Beck
  • “I Want Your Sex”, George Michael
  • “Hope”, R.E.M.
  • “Sexo”, Zélia Duncan
  • “Tymps (The Sick In The Head Song)”, Fiona Apple
  • “Sex Me Up”, Datarock
  • “Hope”, Björk
  • “Shake The Disease”, Depeche Mode
  • “Gone”, Madonna
  • “Sex Crime”, Eurythmics
  • “Sexual Healing”, Marvin Gaye

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9 comentários

Júnior Oliver

Realmente é uma situação complicado, isso não extimularia aas pessoas transar sem camisinha.
Pois uma pessoa que tenha uma carga indetequitavel esta com à imunização Boa, agora aquela que não se cuida como seria, uma pessoa que fais uso da TRUVADA..
seria bom se a cura viece a nossa realidade. ..

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Bruno

Primeiramente queria mais uma vez parabenizar vocês por tratar de assuntos que outros segmentos do meio lgbt evitam em discutir, pelos motivos que já estamos cansados de saber.

Pois bem, isso é um absurdo sem tamanhos. Não duvido da capacidade farmacológica e química do medicamento de evitar a transmissão. O que me preocupa é o seguinte: Se as pessoas sequer tem condições para ter a responsabilidade de usar camisinha, como diabos elas irão ter a conscientização que Prep não é tylenol? Que elas devem tomar todo dia em horário próximo por um tempo indefinido?

Milhões de pessoas morreram para chegarmos ao patamar de “tranquilidade” em relação a Aids. Isso é arriscado. As pessoas não tem a menor capacidade psicológica de tomar com responsabilidade os remédios a fim de evitar uma cepa viral resistente.

Eu poderia me delongar. A PrEP deveria ser um esquema emergencial, um tratamento extraordinário. Não virar festival de remédio. A OMS já está sugerindo que todos os HSH façam uso da PrEP. Junte 2 + 2 e vc pode ver as consequencias nos avanços dos direitos civis.

Me chamem de pessimista, é essa minha opinião.

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