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#61 - Rock

Roqueiros dizem que LGBTs trouxeram rebeldia sexual ao rock

Nesta edição, o Lado Bi traz cinco roqueiros para o estúdio, não para tocar, mas para falar das influências da comunidade LGBT em um dos ritmos mais populares da música mundial: o rock. Márvio Dos Anjos, Julio Feriato, Fábio Justino, Durval Campos e Elisa Gargiulo vão falar sobre a rebeldia sexual que os LGBT trouxeram para o rock, por que as bandas encaretaram nos anos 1990, por que as bandas indie são mais “viadas” que outras e como o grupo Pussy Riot recuperou as raízes do rock’n’roll.

Playlist da edição

  • “Punk rock também é pra veado”, Teu Pai Já Sabe?
  • “O palco não pode ser pouco”, Cabaret
  • “Burn your house down”, Dominatrix
  • “Even Flow”, Pearl Jam
  • “Feedback song for a dying friend”, Legião Urbana
  • “Jardim elétrico”, Os Mutantes
  • “Move in the right direction”, Gossip
  • “Stockholm Syndrome”, Muse
  • “I want to break free”, Queen
  • “Janie’s got a gun”, Aerosmith
  • “Starman”, David Bowie
  • “Angústia”, Secos e Molhados
  • “Piece of my heart”, Janis Joplin
  • “Immigrant song”, Led Zeppelin
  • “Turbo lover”, Judas Priest
  • “Trancado na vulva com durepox”, Leite Paterno
  • “Ren Djävla Angest”, Shining
  • “Modern Girl”, Sleater-Kinney
  • “Propóstata”, Textículos de Mary
  • “Talking Transgender Dysphoria Blues”, Against Me!

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3 comentários

Antonio

Putinhas Aborteiras é funk, gente. Aliás a maior parte das músicas contestadoras, de protesto e tal são funk, até porque funk é super acessível de ser feito. Você precisa só de (no máximo) um smartphone, um microfone, uma caixa de som e meia dúzia de cabos. Aliás, façam o Lado Bi do funk, por favor!!! Chama o Sapabonde, Putinhas, Coletivo Coyote, chama o bonde todo. Rock está morto (graças a Deus), a música desse século XXI é de computador, não é de guitarra, é funk, é rap e é eletrônica em geral. Um beijo, adoro vocês!

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Roberto

Rock está morto?? kkkkkkkkkkkkkk
Não tinha ouvido uma sandice deste tamanho desde que o Levy Fidélix disse “órgão excretor não reproduz”!!! rsrs

Se você fosse minimamente informado,saberia que existe uma safra muito boa de bandas de rock e de outros subgêneros do rock atualmente.

Mas,pelo visto você está muito mais interessado em DEDUZIR uma realidade que obviamente você desconhece,do que realmente SABER daquilo que fala.

Mais essa:
“a música desse século XXI é de computador, não é de guitarra, é funk, é rap e é eletrônica em geral.”

Só o fato de você ter tido a capacidade de falar uma bobagem dessas,demonstra o quão musicalmente pobre e ignorante você é na verdade.

Se você soubesse que grande parte das músicas,principalmente de rap e eletrônica,são compostas se baseando em riffs e acordes de guitarra,baixo,bateria,violão e tantos outros instrumentos musicais,não estaria falando uma merda dessas!!

Vou rezar uma missa de sétimo dia em memória do seu bom gosto musical!! hehehe

Qualquer música ou gênero musical é “acessível”.Nem precisa ser de “protesto”.
Já que TODOS os gêneros musicais partem de uma premissa simplista,começam do básico/primal e com o tempo vão evoluindo e se sofisticando. As sinfonias de Mozart e Beethoven eram escritas em pedaços de papel ou guardanapos,e compostas de maneira simples no piano.

Você acha que eles tinham noção da dimensão que suas obras tomariam??
Claro que não!!
E fala sério! Olha só isso:
“Sapabonde, Putinhas, Coletivo Coyote”
Isso já encerra a discussão.Sem comentários,termino por aqui.

Ps: E o tal “funk ostentação”, o que você tem a dizer sobre ele??
É acessível o bastante?

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