Pegação

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#81 - Pegação

Gays adeptos de pegação dizem por que não sentem culpa por ter muitos parceiros sexuais: “'Promíscuo' é qualquer um que transa mais que você”

O tema do programa essa semana é o sexo casual, algo que é tão preponderante no mundo gay – ou pelo menos é o que dizem. No estúdio, Gabriel Absalão, autor do tumblr e do twitter gabrel69, e Caio Locci, analista de eventos e defensor do sexo sem culpa. Eles debatem a hipocrisia de gays que condenam o sexo anônimo e casual ao mesmo que praticam isso escondido, relatam como essa liberalidade afetou suas vidas pessoais, profissionais e seus relacionamentos, e dão dicas para que se pratique o sexo casual com alegria e segurança. “‘Promíscuo’ é qualquer um que transa mais que você”.

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21 comentários

D.O.

A pauta é bem interessante.
De início me animei com os convidados, acompanho eles no twitter, e achei q eles iriam contribuir com histórias e experiências.
Mas foi BEM fraco.
São cães que ladram e não mordem, o Caio q contribuiu um pouco mais, o Grabel sendo todo safado no twitter não faz praticamente nada na real. Faça oq eu falo mas não faça oq eu faço, rs.
Pegação é pegação, não tem q ter muito romantismo e floreios. Sou adepto da pegação, tenho tesão nesse lance de safadeza da trepada casual. Se prevenindo, usando camisinha, tem mais é que curtir as ~oportunidades~ q a vida oferece.

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Maria

Sou mãe de filha de uma linda filha que me disse um dia que gostava de outra moça, olhei para ela e disse filha o meu amor por voce vai continuar o mesmo só quero que seja feliz.

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Tom

hahaha programa sobre pegação com dois convidados que um foi em sauna e achou horrivel ter homem casado (nossa, que horror) e o outro nunca foi!
Um acha que deprime trepar usando aplicativo!
Não deixa de ser um retrato, um recorte, mostrar homens assim com esses hábitos e conceitos.
Mas definitivamente isso não representa o recorte real de quem faz pegação. Talvez quem faça nunca vai topar dar entrevista.

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Tom

James ainda não entendeu que é meio brega (pra não dizer sem sentido) ficar citando expressão em inglês num programa para brasileiros. OK a gente já entendeu que vc fala inglês.

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James Cimino

Sabe o que eu acho brega, Tom? Criticar quem fala em vez de tentar entender. Eu falo assim o tempo todo com meus amigos. Quando eu não falava inglês e alguém falava alguma expressão em inglês, eu ia procurar saber o que era em vez de ficar dizendo que eu sou brega porque uso expressões em inglês. Uso algumas em francês também e faço porque as vezes acho que a expressão estrangeira fala com mais precisão o que eu quero expressar. Não é pra humilhar os ouvintes.

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tom

Blz, esperando então vc fazer isso nos seus textos pro UOL ou quem sabe um dia que vc trabalhe na tv, pra ver se vão deixar que vc o faça.
Não vão. E sabe por que? Não é porque estaria humilhando o ouvinte, mas porque não estará se fazendo entender pelo seu público, pelo menos não por todos.
Comunicação, e vc sabe bem disso, é passar uma informação, uma mensagem. Se vc usa uma expressão que alguns (não cabe aqui quantificar nem desqualificar ninguém) não entendem, vc está comprometendo sua mensagem.
Se isso por ventura pode estimular alguém a querer aprender? É possível, vc mesmo deu seu exemplo.
É condenável? Óbvio que não. Tem eventualmente um contexto e uma necessidade? Possivelmente.
Mas, ainda assim, vem carregada de uma pretensão de quem, ao não traduzir ou explicar, julga que o outro que se vire se entendeu.
Se isso é comunicar, aí já não cabe a mim decidir.

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Cristian Gabriel

Desculpe entrar na conversa, mas como está pública a discussão, então vou dar minha opinião. É o seguinte: você está se importando com uma coisa extremamente pequena. Usar expressões em inglês para representar algo não tem absolutamente nada demais. Acredite, você está exagerando. Quanto a comunicação, é importante levarmos o novo para as pessoas, até por questões de aprendizagem. Querendo ou não, utilizar esses termos em inglês para representar algo também é significativamente uma forma de distribuir conhecimento. É sim uma forma de interagir com o público. Nunca vai deixar de ser uma comunicação. É uma crítica construtiva, pense bem nisso, pois realmente não há nada demais. Você fazendo essa critica nesta forma que você expõe sua opinião, só demonstra que você apenas não gostou de algumas coisas divulgadas durante esse tema da entrevista.

SDS.

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tom

Cristian, vc inferir que eu criticar o uso de expressões em inglês significa que eu me incomodei com o tema da entrevista é tão boboca , tão psicologia de internet, que conseguiu abafar a outra bobagem que vc soltou ao considerar que usar inglês é “levar o novo”.

James Cimino

No UOL e se um dia eu for trabalhar em TV eu estarei sendo pago e, portanto, tenho que respeitar quem paga meu salário. No meu site e no meu programa, que existem graças ao meu esforço e ao esforço do Marcio, que não recebemos nada para fazer isso, publicamos do jeito que achamos que se adequa à nossa identidade. E sempre haverá dois tipos de ouvintes/leitores: aqueles que ficam de mimimi e aqueles que irão pesquisar para entender.

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tom

Essa sua postura não é novidade, vc já mostrou em várias oportunidades que lida muito mal com críticas, como se vc fosse alguém incapaz de melhorar, de mudar, de não fazer algo da melhor maneira, ou mesmo de refletir sobre algo.
Dizer que o site e o programa na rádio são seus e que não ganham nada pra fazê-los é apenas uma postura infantil.
Assim como dizer que há apenas dois leitores, o que faz mimimi e o que vai pesquisar.
Disso tudo, fica – ainda mais para quem acompanha seu ótimo trabalho – a certeza de que vc é motivado por um ego que supera sua capacidade de ser profissional.

James Cimino

Essas suas críticas à minha pessoa também não são novidade, o que me leva a crer que você tem uma relação de amor e ódio comigo que talvez você devesse tratar na terapia. Se você acha a minha postura infantil, ela é apenas um reflexo da sua crítica igualmente infantil. Eu falo frases em inglês porque eu gosto, porque eu quero, porque me sinto bem fazendo isso. Te incomoda que eu fale em inglês no programa? Te incomodam os anglicismos? Infelizmente não é um problema meu. Eu não sou nacionalista, nunca fui e tô cagando quilos pra isso. Já dizia o Nelson Rodrigues: a pátria é último refúgio dos canalhas. Eu só lido bem quando as críticas não são de ordem pessoal. Eu continuarei falando frases em inglês quando eu bem quiser porque isso não me faz mais ou menos profissional. E, como eu te disse, você não é meu patrão. E meu patrão, que por sinal paga o meu salário, nunca me enviou uma linha de censura. Então, amigo, usando agora um galicismo: “Je m´en fous!”

Tom

Trust me (já que vc adora), eu não tenho amor/ódio por vc, mas respeito e admiração pelo trabalho, que vem acompanhado eventualmente de crítica. Não acho que estou certo, assim como não acho que a questão que levantei seja séria ou vital, não pelo menos num blog/podcast autoral que agindo assim demonstra não se importar com a qualidade da comunicação a que deveria servir. Eu só fico sempre atento ao quanto vc se irrita e perde a capacidade de refletir mediante críticas. Mas não te julgo, no máximo brinco com vc. Não me odeie, senão vc mesmo vai achar que pode ser amor.

James Cimino

Tom, qual qualidade de comunicação? Sério, se a gente fizesse só em inglês ou postasse textos em inglês para as pessoas lerem eu concordaria contigo. Agora, uma frase ou outra? Na boa, só não descobre o que significa quem não quer. Vou responder o mesmo que respondi a uma redatora que estava reclamando de fazer um obituário do Ernest Borgnine. Ela não sabia quem era. OK, expliquei quem era e ela se limitou a dizer que isso era “coisa de velho”. Respondi pra ela que me chamar de velho não ia diminuir sua ignorância e que o Ernest Borgnine “was way before my time” e mesmo assim eu sabia quem era ele, porque acredito que um jornalista que cubra entretenimento tinha que ter, se não uma ideia de quem seja, pelo menos a iniciativa de digitar o nome do cara no Google, que tá aí vomitando informação 24/7. Na minha geração, a gente se informava sobre essas coisas com bem menos recursos, então, não me fale de qualidade de comunicação em uma sociedade globalizada como a nossa. Hoje só não se sabe de algo se a pessoa for muito preguiçosa. E eu não estou aqui pra servir de barranco pra gente encostada. Mesmo porque, em se tratando de um site LGBT, duvido muito que tenha gente tão analfabeta de inglês. Até a UÓnessa agora só grava em inglês pq viu no público gay um filão pra consumir esse tipo de “música”.

Lêe Rodrigues

Genteeeee! E eu pensando que só eu era puto assim kkkkkk #chocado. Sério, tô numa fase em que não consigo gostar de ninguém, se gosto é só pra sexo e olha que estou com 29 anos hein. Adorei o tema do programa e foi o primeiro que ouvi…primeiro de muitos, e já “conhecia” o Caio e o Gabriel, os sigo há um bom tempo pelo Twitter/Tumblr.

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wemerson

Adorei o papo de vocês, só que achei os meninos um pouco fraquinhos para a pegação, acho que eu perto deles sou um professor com doutorado, nada melhor que uma pegação você estando bêbado, pq eu bêbado sou um puta de carteirinha heheheheh…. pode vim ate 15 homens que dou conta , agora com pau grande pq pau piquemo me desculpe foi feito para mijar …

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Bruno

Achei fraquinho.

Os 2 são apenas dois jovens aproveitando a juventude. Não vi nada demais.

Lado Bi da Pegação devia ser algo mais hardcore.

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Tom

Na boa, muito fraquinho. Tenho 45 anos e desde os 18 que essas coisas todas de fazer sexo anônimo, pegar na rua, fuder sem beijar é o mainstream. Pelo menos pra quem gosta de putaria e pegação. Esses meninos ou são cheios de pudores ou estão fingindo.

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Felipe

Me identifiquei muito com todos os relatos. Vim do interior também e, chegando em São Paulo, dei uma “surtada”, trepando com caras que já conversava via net… Mas mesmo vindo do interior, já havia feito muitas coisas loucas por lá…rsrsrs
Hoje estou tentando ser mais tranquilo, e levo como mantra algo que uma pessoa me disse: “Em São Paulo podemos nos sentir pássaros fora da gaiola…”. E um pássaro fora da gaiola está suscetível a N situações, nem sempre muito boas, então, estou tentando selecionar e viver o que vale a pena mesmo!

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Doughie

Boa tarde pessoal
Gostei bastante da matéria e acabei percebendo que sou bem safado rsrs
Nunca havia parado para pensar, mas me vendo agora vejo que sou promíscuo. As vezes acho estranho por que o homem me olha com desejo e eu já vou para cima, já passei a mão nos caras nos onibus, já peguei um cara ao passar na rua a noite, no inicio isso para mim era bem complicado mais agora acho bem tranquilo rsrs,

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