“Não preciso ser lésbica para saber o que uma lésbica sofre”, diz Soninha Francine

“Não preciso ser lésbica para saber o que uma lésbica sofre”, diz Soninha Francine

A coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo deu entrevista exclusiva ao Lado Bi e explicou por que, mesmo sendo hétero, é capaz de se sensibilizar pela causa LGBT; polêmica, ela defende o plano de reestruturação das escolas proposto por Alckmin e conta como passou a admirar José Serra

por James Cimino

A coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, Soninha Francine, ex-VJ da MTV, ex-vereadora, participou de uma edição especial do programa Lado Bi na qual falou como funciona o seu trabalho em defesa dos direitos dos LGBTs.

Durante a entrevista, falou que mesmo sendo hétero é capaz de entender o que sofrem os LGBTs quando o assunto é discriminação e sexismo. “O tempo todo eu ouço que o que eu estou precisando é de um rola.”

Também defendeu a reestruturação das escolas de SP proposta pelo governo Geraldo Alckmin, disse que os estudantes são manipulados pelo sindicato e ainda criticou o projeto das ciclovias do prefeito Fernando Haddad.

Por fim, contou quando se tornou admiradora do senador José Serra e ainda prometeu “ir pelada” a qualquer escola que tenha 80 alunos em sala após a reestruturação. Veja três trechos do programa.

“Não preciso ser lésbica para saber o que uma lésbica sofre”, diz Soninha

“Eu odiava o Serra de botar chifrinho”, diz Soninha Francine

“Se tiver sala com 80 alunos, vou pra porta da escola pelada”, diz Soninha

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Um comentário

Bosie

O que percebi diante da entrevista da Soninha…
Já se adaptou ao discurso do Alckmista. Só números e números e números. Dados e dados e dados. Depois reafirma o que fazem com os LGBT: Se se queixarem, ouvimos. No mais, somos burocráticos… Se dados dessem certo neste governo PSDBesta Alckmista, os BOs da polícia já teriam resolvido um monte de coisa. A próxima, please! 😉

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